ContraPalco Produções Teatro

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"Revela-te" (Temática Educação Sexual) CCE M/12
(conteúdos gentilmente cedidos pela Sexualidade em Linha e pela Drª Sofia Pimenta do Programa "Cuida-te" do IPDJ)

de David Carronha 

Sexo. Relacionamentos. Drogas. Aborto. Violência doméstica. Faculdade. Amores. Quem nunca falou deles?
Seis amigos decidem passar um fim-de-semana diferente numa casa de praia, com o pretexto de comemorar o aniversário de Beatriz. Os medos, as angustias e os segredos são postos em causa sem nunca serem descobertos a não ser pelos próprios. Um jogo de enganos que revela o desconhecimento de quem está ao nosso lado, mesmo que seja um melhor amigo. Este torna-se num ponto de viragem na vida dos seis adolescentes que esperam apenas o momento certo para se revelarem.



"Bullying- Uma História de Hoje” CCE M/12
(conteúdos gentilmente cedidos pela APAV)

de David Carronha

Será que sabemos tudo o que se passa nas escolas? Na vida de quem julgamos estar em segurança? Esta é a história de Pedro. Uma história como tantas outras espalhadas pelo país e pelo Mundo. Uma história de alguém que se esconde para não ser maltratado. Que baixa a cabeça para não ser notado. Que não fala para não ser humilhado. Razões para isso? Nenhumas. Humilhação gratuita feita normalmente por um grupo anónimo que se quer evidenciar perante os outros. Rodrigo é o nome do líder do grupo desta história, um adolescente sem arrependimentos, sem moral, que vive para mostrar uma força que não tem.
Mas haverá saída? Será a violência um esconderijo para algo que quer esconder? Um desfecho imprevisível para Pedro e para Rodrigo, que certamente mudará da vida de ambos.

“Marcas Violentas – Porque Namorar não é Magoar” CCE M/14


de David Carronha



Será que sabemos tudo o que se passa nas escolas? Na vida de quem julgamos estar em segurança? Esta é a história de Pedro. Uma história como tantas outras espalhadas pelo país e pelo Mundo. Uma história de alguém que se esconde para não ser maltratado. Que baixa a cabeça para não ser notado. Que não fala para não ser humilhado. Razões para isso? Nenhumas. Humilhação gratuita feita normalmente por um grupo anónimo que se quer evidenciar perante os outros. Rodrigo é o nome do líder do grupo desta história, um adolescente sem arrependimentos, sem moral, que vive para mostrar uma força que não tem.
Mas haverá saída? Será a violência um esconderijo para algo que quer esconder? Um desfecho imprevisível para Pedro e para Rodrigo, que certamente mudará da vida de ambos.



“Os Herdeiros da Lua de Joana” CCE M/12

de Maria Teresa Maia Gonzalez 

Os Herdeiros da Lua de Joana é uma peça de teatro na qual Maria Teresa Maia Gonzalez retoma as personagens de A Lua de Joana no momento do seu luto pela perda irreparável que sofreram. Mergulhamos assim numa dura e crua realidade dando atenção aquilo que, muitas vezes ignoramos.
As personagens confrontam-se entre si, transmitindo uma advertência contra o uso dedrogas que é cada vez mais importante nos tempos que correm.
A Lua de Joana era um baloiço, diferente de todos os outros, onde Joana se sentava para pensar e até para escrever as cartas para a sua amiga Marta. Mas o que é que a família de Joana haveria de fazer com a Lua?
História fascinante, realista, e incrivelmente emocionante.
"Auto da Barca do Inferno" CCE M/12

de Gil Vicente

O Auto da Barca do Inferno é um auto de moralidade representado pela primeira vez em 1517.
Numa época em que a arte literária se começava a apurar (século XV e o arranque da aventura dos Descobrimentos serviam de inspiração), Gil Vicente era uma voz única e sonora quanto baste na corte portuguesa. As suas peças de teatro são um quadro apurado de um outro Portugal, em que as personagens - tipo conseguiam concentrar em si todos os defeitos e todas as qualidades das várias classes sociais. Na travessia de barca que sucede o último fôlego, um Anjo e um Diabo preparam o julgamento e é nestas argumentações, por vezes ridículas, por vezes sérias demais, que descobrimos os destinos dos personagens. No fim, porque a moral é implacável e os pecados têm que ser redimidos, o destino de quase todos é o mesmo: as portas do Inferno abrem-se para a maioria. Cinco séculos depois da sua primeira apresentação pública, o Auto da Barca do Inferno continua a cumprir o seu objectivo de moralizar, de ensinar e de, porque afinal de contas Portugal continua o mesmo, satirizar a realidade.
“Auto da Índia e O Monólogo do Vaqueiro” CCE M/ 12 

de Gil Vicente


O Auto da Índia (1509), de Gil Vicente, apresentado em Almada perante a rainha D. Leonor, é o primeiro texto teatral onde é representada uma intriga, uma história completa e ainda actual. Se o tema do adultério é intemporal, as circunstâncias "deste" adultério vêm revelar na primeira década do século XVI,por trás de toda a glória e da fachada épica da expansão ultramarina as profundas alterações, nem todas positivas, que essa expansão estava a provocar na sociedade portuguesa.


O tema do adultério é universal na literatura, e não podia estar mais presente na nossa sociedade global. A peça foi em si inédita para a época . Gil Vicente não teve pudores em o abordar, criticando-o, claramente – não fosse a peça uma Farsa – mas não condenando na sua essência, preferindo caricatura-lo na sua bizarria e deixando a ser o público a tirar dele juízos de valor.
Um espectáculo ritmado , com uma visão actual sobre o tema do adultério à luz dos nossos dias.
Respeitando o texto original, abordamos assim esta temática.


“Menina do Mar - A peça de teatro“ CCE M/6

adaptação de Ricardo Figueira e Alberto de Sousa


A partir da obra de Sophia de Mello Breyner transformamos este conto num espetáculo teatral, que reúne dois mundos tão diferentes, mas que no fundo acabam por se completar.

A forte história de amizade entre uma menina que vive no fundo do mar, e um rapaz que vive na terra, ela tem o sonho de conhecer a terra e ele tem o sonho de conhecer o fundo o mar. Numa encenação colorida, onde habitam baleias, peixes, caranguejos e tubarões que nos remete para o fundo do mar e também os elementos da terra trazidos pelo rapaz.

Pretendemos que o público entre nesta aventura de sonhos e neste magnífico mundo poético de Sophia.

“A Tartaruga e a Lebre – Devagar Se Vai ao Longe“ Fábulas de Esopo CCE M/3

adaptação Alberto de Sousa e Ricardo Figueira


Espectáculo dedicado totalmente à infância, cheio de aventuras e sobretudo muito conhecimento para os mais novos.
Uma das mais bonitas Fábulas de Esopo irá subir ao palco numa encenação divertida, musicada, actual, marcada pelos dois personagens tão diferentes e com uma grande moral no final da história.
Antes da Grande corrida ambos terão de passar algumas provas de conhecimento, onde o público será levado a participar aliando a diversão com o saber.


“ZIPO E ZÉPO - No Banco Do Conhecimento” CCE M/3

de David Carronha


Zipo e Zépo são dois palhaços curiosos com o Mundo que os rodeia, mas ao mesmo tempo muito traquinas. Depois de terem falhado a entrega de um bolo de aniversário na cidade dos palhaços vão ter de esperar no banco do pasteleiro por uma nova entrega. 


O que parecia ser apenas um momento passageiro torna-se numa aventura de descoberta e aprendizagem, que passa pela magia das cores, os números, os animais e o abecedário. 


Uma viagem divertida acompanhada por momentos musicais que vão deixar a plateia a sorrir e a cantar. 


Resta apenas saber se o bolo de aniversário chegará ao destino.